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MUNDO Sábado, 06 de Julho de 2024, 12:41 - A | A

Sábado, 06 de Julho de 2024, 12h:41 - A | A

VÍDEO É PUBLICADO

Mulher anuncia morte nas redes sociais e marido reage: "queria ajudar"

A coletânea, que foi publicada um dia após a morte de Sarah Mandel, em 1 de junho, conto com mais de 2.6 milhões de visualizações no TikTok.

 

 

Uma mulher que vivia desde 2017 com um câncer da mama metastático que tinha se espalhado para o cérebro, fez um vídeo destinado a anunciar a sua morte nas redes sociais. A coletânea, que foi publicada um dia após a morte de Sarah Mandel, em 1 de junho, conto com mais de 2.6 milhões de visualizações no TikTok.

 
 

No vídeo, a mulher é vista celebrando o 42.º aniversário, fazendo ioga num quarto de hospital, e até cantando com as duas filhas, Sophie e Siena.

 

 

"Se estão lendo estas palavras neste momento, eu morri. Escrevi esta mensagem na semana em que me disseram que tinha semanas ou meses de vida", lê-se no texto sobreposto às imagens.

Sarah adiantou que “nunca” pensou querer que a sua morte fosse anunciada nas redes sociais, mas salientou ter encontrado uma comunidade no TikTok que a apoiou “nos dias mais difíceis”.

"Estou destroçada por deixar esta vida muito antes dos meus planos, sobretudo por causa das minhas filhas e do meu amado Derek", escreveu, referindo-se ao marido.

Depois de ter dito que amava as filhas, Sarah terminou o vídeo com a leitura de uma passagem do seu livro de memórias, ‘Little Earthquakes’ [‘Pequenos Terremotos’, em tradução livre].

 

"Somos criaturas que anseiam por certezas - mas a vida, ao que parece, é um estudo sobre a incerteza", terminou.

Derek Rodenhausen, marido de Sarah, contou ao Good Morning America que o vídeo foi uma surpresa, mas apontou que a esposa queria compartilhar a sua experiência para ajudar outros.

O homem explicou que Sarah foi diagnosticada com um câncer da mama metastático de fase 4 quando estava grávida da sua segunda filha, Siena, em 2017. Depois de seis anos de altos e baixos, Sarah passou de um período em que estava ‘livre’ da doença, para saber depois que o câncer tinha voltado e se espalhado para o cérebro.

 

“Queria ajudar as pessoas. Pode ser uma experiência solitária, ter seis anos e meio de luta contra o câncer, e penso que ela descobriu que, ao falar abertamente sobre o assunto, muitas pessoas se abriam com ela e compartilhavam as suas experiências", disse.

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