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POLÍTICA NACIONAL Segunda-feira, 29 de Junho de 2026, 11:14 - A | A

Segunda-feira, 29 de Junho de 2026, 11h:14 - A | A

ELEIÇÕES 2026

Apresentadores deixam a TV para disputar as eleições de 2026; veja quem são

Prazo da Justiça Eleitoral para desincompatibilização termina nesta terça-feira (30) e reúne nomes conhecidos da televisão e do rádio

Da Redação

 

Apresentadores de rádio e televisão que pretendem disputar as eleições de 2026 estão deixando seus programas para cumprir o prazo de desincompatibilização previsto pela legislação eleitoral. A regra determina que profissionais da comunicação que desejam concorrer a cargos públicos precisam se afastar de suas funções até 30 de junho, evitando que a exposição na mídia represente vantagem sobre os demais candidatos.

 

Entre os nomes que oficializaram a saída das emissoras está a apresentadora Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos e comandante do programa "Sábado Animado", no SBT. Ela lançou pré-candidatura a deputada federal pelo PSD e afirma que pretende defender pautas ligadas à inclusão de pessoas com deficiência e ao apoio às famílias de pacientes com doenças raras.

 

Outro nome é o apresentador José Luiz Datena, que deixou a TV Brasil e a Rádio Nacional para viabilizar sua candidatura a deputado federal. O PSB articula sua filiação para a disputa por uma vaga na Câmara dos Deputados. Conhecido por programas policiais, Datena já ensaiou candidaturas em eleições anteriores, mas acabou desistindo antes do pleito.

 

Também integra a lista o apresentador Sikêra Júnior, que anunciou sua saída da televisão após aceitar o convite para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados por São Paulo. Durante sua despedida, afirmou que ingressa na política por acreditar que pode contribuir com o país e destacou que não depende da vida pública para obter renda.

 

O comentarista André Marinho, da Jovem Pan, também deixou a emissora para concorrer nas eleições deste ano. Ele deve disputar uma vaga no Legislativo e, assim como os demais comunicadores, precisou cumprir o prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral.

 

A exigência faz parte do calendário eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e tem como objetivo assegurar equilíbrio entre os candidatos durante a campanha. O descumprimento da regra pode resultar em sanções tanto para os pré-candidatos quanto para as emissoras que mantiverem esses profissionais no ar após o prazo legal.

 

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