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A deputada Janaina Riva (MDB) expressou críticas contundentes em relação a um vídeo que circula nas redes sociais, mostrando membros do Movimento Sem Terra (MST) supostamente chegando à propriedade de um agricultor e solicitando sua saída do local.
É importante ressaltar que, segundo informações, o incidente não ocorreu em Mato Grosso, estado representado pela deputada.
Janaina Riva, ao comentar o vídeo, destacou a sua preocupação com a abordagem do MST, argumentando que o movimento desrespeita o direito à propriedade e recorre à violência e invasões como meio de manifestação.
"Não sei como ainda existem pessoas que defendam um movimento como esse, que se sustenta no desrespeito ao direito à propriedade, optando pela violência e invasões, trazendo medo e insegurança pra quem mora e sobrevive do campo. O movimento não oferece soluções sustentáveis para os problemas sociais e agrários, e deveria buscar meios legítimos e pacíficos para promover a justiça social e a redistribuição de terras. A invasão de terras e a violação do direito à propriedade não podem ser toleradas em uma sociedade que busca a justiça e o desenvolvimento."
"Acredito que não há justificativa para apoiar um movimento que, ao desrespeitar o direito à propriedade, escolhe a violência e invasões como estratégia, gerando temor e insegurança para aqueles que vivem e dependem do campo", declarou a deputada.
As imagens mostram membros do MST cercando a propriedade do agricultor, comunicando a apropriação e solicitando sua retirada. Janaina Riva reforça a necessidade de buscar soluções sustentáveis para questões sociais e agrárias, enfatizando que o movimento deveria adotar meios legítimos e pacíficos para promover a justiça social e a redistribuição de terras.
"A invasão de terras e a violação do direito à propriedade não podem ser toleradas em uma sociedade que busca a justiça e o desenvolvimento", conclui a deputada.
No vídeo, um representante do MST, identificado como assistente social, aborda o agricultor, pedindo-lhe que deixe a propriedade até um determinado prazo. A ocupação é mencionada como uma ação em andamento, e a mulher presente reforça a posição do movimento, destacando que questões relacionadas a gado e terra não são mais de responsabilidade do proprietário original, mas daqueles que ocupam a terra.
O vídeo e a postura do MST continuam a alimentar o debate sobre direitos à propriedade, métodos de protesto e a busca por soluções justas em questões agrárias no país.



