O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) ter cancelado uma segunda onda de ataques militares planejados contra a Venezuela, citando a cooperação recente do governo venezuelano como a principal razão para a decisão.
Segundo Trump, a libertação de um “grande número” de presos políticos pelo novo governo da Venezuela foi interpretada como um sinal de busca pela paz e determinou a suspensão das ações militares previamente previstas.
Em postagem na rede social Truth Social, o presidente também anunciou que grandes empresas petrolíferas deverão investir pelo menos US$ 100 bilhões na reconstrução da infraestrutura de petróleo e gás da Venezuela, destacando a intenção de reunião com executivos do setor na Casa Branca.
Apesar de cancelar a ofensiva, Trump informou que navios das forças americanas permanecerão na região do Caribe por “questões de segurança”, indicando que a presença militar não será totalmente descontinuada no curto prazo.
A decisão ocorre dias após uma operação americana que resultou na captura do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, em meio a combates que, segundo autoridades de Caracas, deixaram mais de cem mortos.
Reações ao avanço militar e ao anúncio de Trump têm se espalhado pela região, inclusive com protestos em cidades brasileiras tanto contra quanto a favor da intervenção dos EUA.
No cenário político dos Estados Unidos, o Senado aprovou uma resolução visando restringir futuras ações militares na Venezuela sem autorização do Congresso, refletindo resistência dentro do próprio governo americano ao uso da força sem aval legislativo.




Elidio Honório dos Santos 09/01/2026
Os brasileiros espera por salgo semelhante.
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