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MUNDO Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 08:48 - A | A

Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 08h:48 - A | A

RISCO IMINENTE

Embaixada dos EUA no Kuwait teme ataque com mísseis em meio à escalada da guerra

Representação diplomática americana orienta cidadãos a se protegerem diante de possível ofensiva aérea

Luana Ogiwara

 

A embaixada dos Estados Unidos em Kuwait City, capital do Kuwait, emitiu nesta segunda-feira (2)um alerta de segurança urgente, citando uma ameaça real e contínua de ataques com mísseis e drones em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

Em um comunicado oficial, a missão diplomática orientou cidadãos americanos a não se aproximarem da embaixada e a se abriguarem imediatamente, destacando que a situação de segurança na região permanece instável e imprevisível. A recomendação foi reforçada por autoridades dos Estados Unidos, que pediram revisão de planos de segurança e abrigos para quem permanece no país.

 

Testemunhas relataram fumaça sendo vista nas proximidades da representação diplomática, levando os serviços de emergência a se deslocarem para a área enquanto sirenes de alerta soaram em vários pontos de Kuwait City. Embora ainda não haja confirmação de um ataque direto ao prédio da embaixada, o alerta reforça que ameaças aéreas persistem sobre a capital kuwaitiana.

 

A advertência ocorre em meio à intensificação de ataques de mísseis e drones por parte de forças ligadas ao Irã em todo o Golfo Pérsico, numa série de ações retaliatórias após ofensivas militares conduzidas pelos Estados Unidos e por Israel contra alvos iranianos na última semana.

 

Além do Kuwait, outros países do Golfo vêm enfrentando ameaça de projéteis e drones, levando embaixadas a emitirem alertas e a elevar níveis de segurança. A situação reforça o clima de instabilidade regional e risco elevado para instalações diplomáticas, militares e civis na área.

 

O alerta da embaixada americana acompanha uma crescente preocupação internacional com a possibilidade de o conflito se expandir para além das fronteiras regionais, impactando rotas de transporte, economia global especialmente o setor energético e a própria segurança de estrangeiros e residentes nas nações vizinhas.

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