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JUDICIÁRIO Domingo, 23 de Agosto de 2026, 13:36 - A | A

Domingo, 23 de Agosto de 2026, 13h:36 - A | A

INVESTIGAÇÃO

Lulinha pede a André Mendonça que pare com as investigações para não atrapalhar eleição do pai

Advogados de Fábio Luís Lula da Silva contestam validade de mensagens analisadas pela Polícia Federal e pedem ao ministro André Mendonça a interrupção do caso

Bruno Solis

 

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a suspensão das investigações que apuram suspeitas de tráfico de influência e outros possíveis crimes relacionados a negócios envolvendo o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

 

Os advogados questionam a validade das provas utilizadas pela Polícia Federal (PF) e sustentam que mensagens analisadas durante a investigação teriam sido obtidas de maneira irregular. A defesa afirma que, caso seja constatada ilegalidade na obtenção do material, as provas devem ser anuladas.

 

O pedido apresentado ao STF ocorre em meio à repercussão política do caso e à pressão sobre o governo federal.

 

Segundo os advogados, a divulgação de informações relacionadas à investigação estaria provocando desgaste político e poderia prejudicar a estratégia de reeleição do presidente Lula.

 

A defesa nega que Lulinha tenha cometido irregularidades e argumenta que elementos considerados centrais para a apuração não poderiam ser utilizados caso tenham sido obtidos sem observância das garantias legais.

 

O objetivo do pedido é interromper o andamento das investigações até que o STF analise os questionamentos apresentados pelos advogados.

 

O caso está sob análise do ministro André Mendonça, que deverá avaliar os argumentos apresentados pela defesa e a legalidade dos elementos utilizados na investigação.

 

A apuração envolve suspeitas relacionadas a tráfico de influência e negócios que teriam conexão com integrantes do governo federal. As acusações, no entanto, ainda estão sob investigação e não representam uma conclusão sobre eventual responsabilidade criminal dos envolvidos.

 

Lulinha nega irregularidades, enquanto sua defesa sustenta que as provas questionadas não podem ser utilizadas para fundamentar a investigação.

 

 

 

 

 

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OSWAL 24/08/2026

Quando era Bolsonaro ninguém parou de investigar nas eleições , pelo contrário meteram mais o sarrafo

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Elygia 23/08/2026

Coitadinho defendendo a campanha do pai, dois santos que estão sendo injustiçados, se não queria isto pq agiram de forma desonesta e imoral anteriormente. Ainda não descobriram nenhum 1/3 dos crimes deste dois, desonestidade aí é hereditária

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Paulo Sa 23/08/2026

Pressionar pela lizura do outro pode, mas do nine não?

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3 comentários