O sindicato também acusa a GM de descumprir a legislação, que exige negociação entre a empresa e o sindicato antes de demissões em larga escala. Agora, a entidade buscará pressionar os governos estadual e federal para reverter a situação e cancelar as demissões. A greve teve início no domingo (22) e foi convocada pelos trabalhadores da unidade de São José dos Campos, onde são produzidos modelos como S10, Trailblazer, motores e câmbios. Posteriormente, a paralisação se estendeu para São Caetano do Sul, onde são fabricados Spin, Montana e Tracker. Finalmente, o estado de greve também foi anunciado em Mogi das Cruzes, onde outras peças são produzidas. Para encerrar a greve, o sindicato exige o cancelamento das demissões. Em comunicado à Autoesporte, a GM reconhece a greve e compreende o impacto que ela causa “na vida das pessoas”. No entanto, a montadora ressalta que a “adequação é necessária” para manter a eficiência de suas operações. A empresa emitiu o seguinte comunicado: “Foi aprovada pelos empregados, nesta segunda-feira, 23 de outubro, em assembleias realizadas pelos sindicatos dos metalúrgicos de São Caetano do Sul, São Jose dos Campos e Mogi das Cruzes a proposta de greve por tempo indeterminado.”


