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BRASIL Segunda-feira, 02 de Março de 2026, 14:23 - A | A

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VEJA FOTO DOS SUSPEITOS

Quatro jovens foragidos são acusados de estupro coletivo de adolescente de 17 anos

Crime ocorrido em janeiro, no bairro de Copacabana, contra jovem de 17 anos segue sem prisão dos acusados; Disque Denúncia divulga fotos para ajudar nas buscas

Valéria Domingo

 

A Polícia Civil do Rio de Janeiro intensifica as buscas por quatro jovens considerados foragidos em conexão com um estupro coletivo praticado contra uma adolescente de 17 anos no bairro de Copacabana no último dia 31 de janeiro. Um quinto suspeito, menor de idade, também é investigado e responderá por ato infracional análogo ao mesmo crime.

 

De acordo com o delegado responsável pelo caso na 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), os envolvidos teriam atraído a vítima para um apartamento na Zona Sul sob o pretexto de um encontro social, mas a jovem foi trancada em um quarto e submetida a violência sexual depois de recusar propostas iniciais. Imagens de câmeras de segurança e o laudo de exame de corpo de delito corroboram o relato feito à polícia pela adolescente.

 

Os quatro maiores de idade, identificados como Bruno Felipe dos Santos Allegretti, Vitor Hugo Oliveira Simonin, Mattheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, não foram localizados e são procurados pelos agentes. Já o jovem menor de 18 anos, apontado como parte do grupo que atraiu a vítima ao local, teve sua conduta enviada à Vara da Infância e da Adolescência e também é alvo de mandado de busca.

 

Para auxiliar na captura dos suspeitos, o Disque Denúncia do Rio de Janeiro divulgou fotos e informações dos foragidos, pedindo que quem tiver qualquer pista ou informação entre em contato de forma anônima por meio dos canais de atendimento disponíveis.

 

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O episódio provocou reação de instituições ligadas à educação: o Colégio Pedro II, onde dois dos réus estudavam, informou que abriu processo administrativo para o desligamento dos alunos e emitiu nota de repúdio classificando o caso como uma “barbárie brutal”.

 

Até o momento, não há registro de prisão dos envolvidos, e a investigação segue sob responsabilidade da Polícia Civil carioca, que pede apoio da população para localizar os suspeitos e esclarecer todas as circunstâncias do crime.

 

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Alan 02/03/2026

Geral sabe oq precisa ser feito.. ou capa ou caixão eles escolhem

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