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BRASIL Segunda-feira, 24 de Agosto de 2026, 10:28 - A | A

Segunda-feira, 24 de Agosto de 2026, 10h:28 - A | A

VEJA AÇÃO DA PM

Professora é resgatada pela PM antes de ser executada em “tribunal do crime”

Vítima era levada à força por integrantes de uma facção em uma embarcação no Rio Potengi; criminosos pretendiam executá-la após acusação de que ela seria informante

Bruno Solis

 

Uma professora foi resgatada pela Polícia Militar momentos antes de ser levada para um possível “tribunal do crime”, em Natal, no Rio Grande do Norte. A vítima estava em uma embarcação no Rio Potengi e, segundo as informações divulgadas sobre o caso, teria sido sequestrada por integrantes de uma facção criminosa que pretendiam executá-la.

 

A mulher teria sido acusada pelos criminosos de atuar como informante. O grupo seguia pelo rio quando a Polícia Militar recebeu uma denúncia sobre a situação.

 

Diante da informação, o helicóptero Potiguar 01 foi acionado e conseguiu localizar a embarcação nas proximidades do Passo da Pátria.

 

A aeronave passou a acompanhar o deslocamento do grupo. Com a aproximação da operação policial, os suspeitos foram obrigados a retornar para o ponto de desembarque.

 

Enquanto o helicóptero monitorava a embarcação, equipes do 1º Batalhão da Polícia Militar (1º BPM) e do Batalhão de Choque foram posicionadas para realizar a abordagem.

 

Assim que o grupo chegou ao local, os policiais fizeram a intervenção e prenderam os suspeitos. A professora foi retirada da embarcação e resgatada com vida.

 

O caso expõe a atuação de organizações criminosas que impõem regras próprias em determinadas áreas e utilizam métodos violentos para punir pessoas consideradas inimigas ou suspeitas de colaborar com as forças de segurança.

 

A existência dos chamados “tribunais do crime” representa uma das formas mais graves de atuação das facções, que submetem vítimas a julgamentos clandestinos e podem determinar agressões, torturas ou execuções sem qualquer direito de defesa.

 

Os suspeitos foram conduzidos pelas equipes policiais para os procedimentos cabíveis, e o caso deverá ser investigado pelas autoridades.

 

 

 

 

 

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