Um homem foi preso em flagrante sob suspeita de torturar o enteado de 12 anos dentro da própria residência da família, em Artur Nogueira, no interior de São Paulo. O caso veio à tona depois que o adolescente procurou sozinho uma unidade de saúde e relatou as agressões.
O menino chegou ao posto médico do Parque das Flores na sexta-feira (21) apresentando diversos ferimentos pelo corpo. Os profissionais identificaram lesões que levantaram a suspeita de uma fratura no braço esquerdo e acionaram as forças de segurança.
Aos agentes, o adolescente contou que havia discutido com o padrasto antes de ser agredido. Segundo o relato, o homem teria utilizado uma mangueira e o cabo de uma marreta durante as agressões.
O menino também afirmou que foi obrigado a permanecer ajoelhado sobre peças metálicas espalhadas pelo chão. Ainda conforme o depoimento registrado no atendimento, o suspeito teria pisado em seu pescoço.
Após receberem as informações, guardas municipais e policiais foram até a residência da família para verificar a denúncia.
No imóvel, os agentes encontraram objetos que seriam compatíveis com a descrição apresentada pela vítima. Uma marreta foi apreendida, enquanto parafusos, pregos e porcas estavam espalhados pelo piso da sala.
A porta do quarto onde o adolescente dormia também apresentava marcas que seriam provocadas por golpes.
Durante o atendimento da ocorrência, a mãe do menino teria minimizado as agressões e afirmado que o companheiro pretendia apenas “educar” o adolescente, conforme consta no registro policial.
A declaração, no entanto, não impediu a atuação das forças de segurança diante dos ferimentos apresentados pelo menor e dos elementos encontrados na residência.
O padrasto foi localizado e preso em flagrante. Ele foi indiciado por tortura contra menor de idade e passou por audiência de custódia.
Após a audiência, a prisão em flagrante foi convertida em prisão preventiva, mantendo o suspeito detido enquanto o caso é investigado.
A identidade do adolescente não foi divulgada para preservar sua integridade e garantir o cumprimento das normas de proteção previstas para crianças e adolescentes.
As circunstâncias das agressões deverão continuar sendo apuradas pelas autoridades responsáveis pelo caso.



Regina Ferreira 23/08/2026
Tá … aí fica preso uns dias , ele sai e mata a criança com a conivência da mãe que tentou proteger o bandido , ela devia ser presa.E a justiça devia entregar o menino a alguém da família , mas tem mulher que prefere o macho do que o filho!!E ainda recolhe essa praga desse padrasto pra dentro de casa.
1 comentários