O advogado criminalista Jeffrey Chiquini divulgou um vídeo em suas redes sociais informando estar sendo alvo de uma representação ética junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Segundo o profissional, a medida teria sido motivada por uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Em seu pronunciamento, Chiquini afirmou que o ministro teria acionado a seccional do Distrito Federal da OAB para solicitar a abertura de um processo disciplinar contra ele, com o objetivo de torná-lo inelegível. O advogado questionou a competência do tribunal na tramitação do caso, pontuando que, por ser inscrito na OAB do Paraná, o procedimento deveria ter sido instaurado na seccional paranaense.
Conforme relatado por Chiquini, a representação aponta que o advogado "ataca as instituições". O criminalista refuta a acusação, argumentando que suas manifestações, feitas através de vídeos, possuem caráter informativo e de defesa de seus clientes. Segundo o advogado, trata-se de um esforço para esclarecer à população sobre decisões judiciais que considera controversas e que, em sua visão, violariam dispositivos legais, como o Código de Processo Penal e a Constituição Federal.
Em um tom enfático, Chiquini afirmou não se sentir intimidado pelas medidas tomadas contra ele. Ele reafirmou seu compromisso com a advocacia, destacando sua atuação em casos de grande repercussão, como as defesas de Felipe Martins e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao final do vídeo, o criminalista garantiu que seguirá com suas atividades e, inclusive, mencionou planos de atuar, futuramente, na proposição de reformas legislativas, as quais ele descreveu como necessárias. Chiquini encerrou sua fala afirmando que está apenas começando e que "os brasileiros terão um representante de verdade".



