menu
17 de Outubro de 2026
facebook instagram whatsapp
lupa
menu
17 de Outubro de 2026
facebook instagram whatsapp
lupa
fechar

BRASIL Quarta-feira, 20 de Maio de 2026, 10:23 - A | A

Quarta-feira, 20 de Maio de 2026, 10h:23 - A | A

"DOSAGEM MOLHADINHA"

“3h de buc3t@”: caso bizarro envolvendo receita médica viraliza

Prefeitura fala em possível falsificação e uso irregular de carimbo médico

Luana Ogiwara

 

Uma suposta receita médica com a prescrição de “3h de buceta” voltou a repercutir nas redes sociais na última terça-feira (19), após a imagem circular novamente em páginas e aplicativos de mensagens. O documento teria sido emitido em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município de Alagoinha, em Pernambuco.

 

 

Prescrição médica

 

 

Diante da repercussão, a Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha informou, por meio de nota oficial, que a profissional identificada no carimbo não reconhece a autoria do documento. Segundo o município, existem indícios de uso indevido da identificação profissional e possível adulteração da imagem.

 

A prefeitura informou ainda que abriu um procedimento interno para investigar a origem do suposto receituário e apurar possíveis crimes, entre eles falsidade ideológica, falsificação de documento e utilização irregular de carimbo profissional.

 

“Busca-se verificar se consiste em eventual montagem do documento ou de uso indevido do carimbo destacando-se que, em nenhum momento, houve a aposição de sua assinatura no documento”, afirmou a Secretaria de Saúde.

 

O município ressaltou que a profissional mencionada não participou da elaboração do documento e também não autorizou o uso do carimbo.

 

“Não foi devidamente validado pela profissional técnica constante no carimbo aposto, não possuindo, portanto, assinatura que comprove sua autoria, responsabilidade ou concordância com o conteúdo exposto”, destacou a nota. “Esclarece-se ainda que o uso do carimbo constante no documento não foi realizado pela profissional responsável, tampouco contou com sua anuência ou participação”, acrescentou.

 

A Secretaria de Saúde também classificou o conteúdo da suposta receita como incompatível com qualquer prática médica oficial.

 

Segundo a nota, o documento apresenta “linguagem inadequada e dissociada de prescrição médica, cujo conteúdo não reflete as diretrizes, normas e políticas adotadas por este município”.

 

 


 

 

 A prefeitura não informou até o momento o resultado das investigações internas sobre o caso.

> Click aqui e receba notícias em primeira mão.

 

Comente esta notícia