Xuxu Dal Molin e Blairo Maggi discutem alternativas para o setor madeireiro de MT

Xuxu Dal Molin e Blairo Maggi discutem alternativas para o setor madeireiro de MT

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O deputado federal Xuxu Dal Molin (PSC-MT), juntamente com o presidente do Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira de Mato Grosso (Cipem), Rafael Mason, e com o presidente do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), Geraldo Bento, participou hoje de reunião com o ministro da Agricultura, Blairo Maggi. Na pauta estava pedido para se buscar alternativas para o setor a fim de fomentar sua cadeia produtiva e possibilitar sustentabilidade econômica, financeira, social e ambiental.

“Defendo a necessidade do desenvolvimento social na Amazônia Legal e essa atividade, que é sustentável, além de proteger o meio ambiente, gera empregos em suas regiões”, explica Xuxu Dal Molin. Para o deputado é preciso que o Governo reconheça a importância desse setor e empregue esforços que alavanquem os negócios florestais, focando no aumeno da produtividade com sustentabilidde.

Dados divulgados pelo FNBF mostram que só em Mato Grosso existem cinco mil empresas florestais ativas, sendo que aproximadamente duas mil são indústrias e comércio. O setor gera cerca de 90 mil empregos diretos e indiretos e até outubro de 2017 gerou arrecadação de R$ 43 milhões de ICMS e R$ 15 milhões de FETHAB (Fundo Estadual de Transporte e Habitação). Ainda segundo o Fórum, há potencial de dobrar essa produção, pois, atualmente MT possui mais de 3,2 milhões de hectares de área sob manejo e pode chegar aos 6 milhões até 2030.

Outro fator de preocupação apresentado ao ministro Maggi é que o setor de base florestal do segmento de madeira ainda está ligado ao Ministério do Meio Ambiente, sendo regulado, fiscalizado e gerido por uma pasta que não prioriza o desenvolvimento econômico e social da categoria e engessa suas ações. O setor quer a tranferência para o Mapa ou o ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. “Sabemos das dificuldades que essa atividade passa hoje no país. O produtor é sempre vinculado com o desmatamento ilegal. Mas sabemos que ele não é o vilão do desmate da floresta, porque ele precisa preservá-la como meio de sobrevivência de todo o setor”, concluiu o deputado.

Além dessas reivindicações, o FNBF e o Cipem pediram um assento na Câmara Setorial de Florestas Plantas do Ministério da Agricultura, o que foi atendido pelo ministro.

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